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Mensagens do blog por Mariangela Ghizellini

Índice Latino-Americano de Economia Compartilhada 2021

Índice Latino-Americano de Economia Compartilhada 2021

O Instituto Mises Brasil é membro do Somos Inovacción, uma aliança latino-americana dedicada a alcançar a implementação de soluções inovadoras em cada um de nossos países, do México à Argentina e Chile. Busca ser a voz da próspera sociedade civil que deseja progredir através da inovação, da adoção de novas tecnologias e da criatividade humana. Diversos projetos são desenvolvidos, entre estes o Índice Latino-Americano de Economia Compartilhada.

Índice Latino-Americano de Economia Compartilhada 2021 foi criado em colaboração com Somos Innovacion a fim de fornecer aos consumidores na América Latina e do mundo informações concisas e relevantes sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de economia compartilhada.

Quando se trata de economia compartilhada, todos os olhos devem estar voltados para a América Latina. O atraso digital da região, combinado com a desconfiança nas instituições governamentais e os problemas inerentes às economias em desenvolvimento, como baixos salários e corrupção, tornam a América Latina especialmente receptiva a soluções inovadoras. Junto com a geração lenta de suas próprias startups de tecnologia (por exemplo, Rappi, uma plataforma de entrega colombiana que atualmente está evoluindo para vários serviços, ou Loggi, o serviço de entrega brasileiro), a América Latina também tem abordado a regulamentação dos existentes serviços de uma forma amigável ao consumidor.

Segundo o estudo Índice de Economia Colaborativa Latam 2021, Rio de Janeiro e Bogotá são as cidades latino-americanas com melhor ambiente para a economia colaborativa. São Paulo vem logo abaixo, perdendo pontos por ter estabelecido, por lei municipal, uma taxa extra para aplicativos de transportes de pessoas e entregas, dispositivo que não existe no Rio.

O estudo avaliou como 44 cidades da macrorregião permitem, regulam e taxam os serviços de: carona, compartilhamento de habitação, mobilidade elétrica, compartilhamento de automóveis e ‘gymsharing’ (academias compartilhadas).

As 10 cidades mais amigáveis para esse tipo de atividade são: Río de Janeiro, Bogotá (Colômbia), Alajuela (Costa Rica), São Paulo, San José (Costa Rica), Puebla de Zaragoza (México), Santiago (Chile), Cidade do México (México), Lima (Perú), Monterrey (México) e Buenos Aires (Argentina).

Segundo Federico Fernández, diretor-executivo do Somos Inovación, o estudo é uma ferramenta importante para detectar nichos de oportunidade para a inovação urbana, com benefícios ao consumidor e à atividade empreendedora. “Os serviços de economia compartilhada começam a crescer na região e estão fornecendo soluções novas e eficientes para velhos problemas. Nesse sentido, é importante que o arcabouço regulatório dê liberdade para este tipo de negócio, e não crie barreiras ao empreendedorismo, como vemos em lugares mais intervencionistas”, declara.

O Instituto Mises Brasil,como afiliado ao Somos Innovación, apoiou a realização do estudo. “Sabemos que o caminho para a prosperidade passa absolutamente pela maior liberdade para empreender. O estudo mostra como algumas cidades já perceberam isso melhor do que outras”, avalia o Professor Adriano Paranaiba, diretor acadêmico do IMB.

Para acessar o estudo completo, clique aqui.


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